
Gente.. Dêem uma olhadinha : http://www.escritoresalagoanos.com.br/texto/5626

A Livraria Tenda Cultural terá um estande na VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas e disponibilizará um espaço exclusivo para lançamento de livros com duração de 02 horas. O espaço será disponibilizado para cada autor individualmente, diferente de outros estandes que fazem lançamentos coletivos. Escritores alagoanos terão prioridade na reserva do espaço. Para disponibilização, será cobrada uma taxa de co-participação, pois a livraria terá dois estandes, um para exposição e venda do material da livraria e outro exclusivo para lançamentos. O valor do estande será rateado entre os escritores interessados. Maiores informações e reservas pelo telefone (82) 3421 3687 ou através do e-mail tendacultural@ymail.com.
Coloco-me também à disposição para quaisquer esclarecimentos.
edsonbmarques@yahoo.com.br
http://edson-marques.blogspot.com.br/
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facebook: http://www.facebook.com/tendaculturall
Crepúsculo
O dia se passa tão lento;
E a noite tão rapidamente;
O crepúsculo é simplimente inebriante;
E ao mesmo tempo excitante;
O amanhecer de um novo dia,nos enche de alegria;
Nos enebria de tão esfuziante e revigorante;
Já o anoitecer nos alegra e amedronta!
Pois a noite,guarda muitos segredos e nos deixa passar um sentimento de amargura;
O crepúsculo é a transição do dia para a noite,é o momento em que agradecemos por podermos presenciar.
A noite, A natureza, o mundo...
A noite costuma ser tão obscura.
Apesar de tudo esconde um mundo desconhecido,como magia.Ás vezes a noite nos surpreende com muitas estrelas e uma linda lua.Mas tem noites que o céu está muito obscuro,com nuvens carregadas de chuva,a chuva é muito simples e tenebrosa,principalmente se vier acompanhada de raios e trovões.
O mundo é um conto de fadas,que eu queria poder compartilhar,mas somos tão estupidos,que o estamos destruindo.
Quando o sol nasce traz com ele,a esperança de que tudo pode melhorar e que a nossa conscientização de que o que estamos fazendo, vai nos matar e comprometer a sobrevivência das futuras gerações e de todo o nosso ecossistema.
Todos tem que ter a certeza de que, se destruir a natureza,gradativamente estará se destruindo.
Voraz
Quem pode contar todas as marcações que ainda são infinitas? Parece meio estranho ou sem lógica, mas te digo que mesmo com tanta astúcia alguns ainda continuam tentando. Falta de informação? Desejo próprio? Um simples fato de ilusão?
Seja o que for, seja quem for. De qualquer forma sempre que mais um dia for vivido será como tentar encher o mar com copos de água.
Tempo ao meu estilo de tempo
Cada minuto é passado no fugaz tempo humano.
Nem se importar em passar, o Tempo.
Cabemos nós a hora de aprender a firmar
A trava do presente nas páginas da nossa história!
Enganemos o Tempo, esse senhor de todas as verdades...
Pois a ele, como ele é tempo presente em si, nem aí pro nosso tempo cronológico.
Dermos tempo só ao nosso tempo, senão ele, o Tempo, nos devorará
Sem nos contar fatos da nossa própria história em seu tempo!
Não perca tempo em esperar do seu tempo algo que virá gratuito do Tempo
Precioso é o tempo que vivi acordado sem esperar o futuro-tempo
Como se fossem dados marcados!...
Hipótese
Daria para imaginar qual rumo teria tomado a história da humanidade se Deus não tivesse colocado no jardim, o fruto proibido, nem no homem, a natureza de querer palpar e conhecer o que não lhe é permitido (gn 3:3)?
Se Ele não tivesse simpatizado tanto com a oferta de Abel e menosprezado a de Caim (gn 4:4,5)?
Se Ele não tivesse castigado com jatos de fogo os ignorantes de Sodoma e Gomorra (gn 19:23 – 26)?
Se Ele não tivesse escrito a história do dilúvio (6:13), nem deixado Noé amaldiçoar Cam (gn 9:21 – 27)?
Se Ele não tivesse separado o filho da escrava, Ismael (gn 16:12 e 21:14), do filho da promessa, Isaac (gn 17:19)?
Se Ele não tivesse predestinado no ventre estéril de Raquel (gn 25:21) duas vidas e, invertido a ordem dos costumes, determinando que o mais velho serviria ao mais novo, e que seriam duas nações, onde uma venceria a outra (gn 25:22 e 23), e isso, quando ainda não haviam feito nada de bem ou de mal (Rm 9:11), só para mostrar que não depende das obras, mas dEle que chama (Rm 9:12)?
Se Ele não tivesse feito Jacó trocar as mãos na hora de abençoar seu netos, Manassés e Efraim (gn 48:13, 14 e 17)?
Se Ele tivesse amado por igual a Jacó e a Esaú (Rm 9:13; Ml 1:2 e 3)?
Se Ele tivesse preparado outra Canaã e não tivesse endurecido o coração dos reis que lá já estavam, apenas para mostrar o poder e a força de quem empunha a espada e a dor de quem sente o fio dela (Js 11:20)?
Se Ele não tivesse erguido Nabucodonossor e usado-o como Seu servo (Jr 27:6, 8; 28:14), (Ez 30:10 – 12, 17, 24, 25), (Dn 1:1, 2)?
Se Ele tivesse trazido a harmonia para as famílias e não tivesse dividido os cinco em três contra dois (Lc 12:49 – 53)?
Se Ele não tivesse anunciado as conhecidas profecias (Mt 2:17; 26:56; Mc 15:28; Lc 24:45,46; Jo 19:24,28,36,37) para não ter que ser fiel ao seu cumprimento?
Se Ele não tivesse endurecido tantas vezes o coração do Faraó (Ex 4:21; 7:3; 9:12; 10:1, 20, 27; 11:10; 14:4, 8, 17), (Dt 2:30, 34), (1 Sm 2:25; 10:9), (Is 6:10; 54:16), (2 Cr 25:20)?
Se Ele tivesse chamado de amada toda extensão habitada e de Seu povo a todos sem exceção (Rm 9:25)?
Se Ele tivesse feito todos falarem a mesma língua, ouvirem com os ouvidos, verem com os olhos, e tivesse tornado sensíveis os seus corações (Is 6:8 – 10)?
Se Ele não tivesse deixado mais Raquel chorar a dor de seus filhos (Mt 2:18)?
Se Ele tivesse dado um coração e um espírito novo (Ez 36:26,27) a cada homem para não ter que crucificar o Filho?
Senão ...
O que diz o espinho quando fura a mão que se direciona à flor?
O que quer a fonte com a insistência de vencer obstáculos até ser envolvida pelo abraço do mar?
O que custa à semente a missão de produzir nova vida?
O que faz alguém sacrificar sua identidade para que os outros se identifiquem?
O que faz um pai sombrear seus sonhos para que a vida seja refletida na realização de seus filhos? E a mãe, que logo após o sacrifício do parto, se reconstitui aconchegando seu recém-nascido?
O que moveu o Criador a nos criar à Sua imagem e semelhança?
O que nos deixa em ruínas quando somos separados de alguém que nos faz bem?
O que diz o último suspiro quando o corpo decide não querer continuar?
O que diz o lamento na hora do aceno de um adeus?
O que diz o abraço na hora do tão esperado encontro?
O que nos revela a ansiosa espera por nossa outra metade?
O que é o ato de misericórdia, de compaixão, de ser solidário ou de dar a mão?
O que é capaz de reerguer alguém depois da decepção?
O que é o vínculo que faz unir dois seres, fiando o destino de duas vidas?
O que é o selo que identifica a renovação de uma vida?
O que é o pôr do sol, a noite de luar, o cancionista melodiando sua inspiração?
Ah! O que é o recheio da vida senão o amor?

O livro A menina das queimadas apresenta a trajetória de uma menina que vive numa cidadezinha do interior de Sergipe que nutre um amor incondicional pelos estudos, mas quase interrompido pelos pais, pois, eles priorizavam as coisas de casa e da roça. Se não fosse a intervenção de sua avó, fazendo-os voltar atrás sobre a decisão de não deixá-la estudar, a menina das queimadas não realizaria o seu sonho em meio a tantas dificuldades que os padrões rígidos impostos às crianças, aos adolescentes e aos jovens da época.
O livro busca retratar, também, a importância delas nas atividades domésticas, agrícolas, no mercado informal, nos revelando uma infância cheia de dificuldades, privações. A menina das queimadas só passa a ter uma vida mais justa, digna, envolta de amor, fartura e admiração quando vai viver com sua avó e conclui seus estudos. As histórias contidas neste livro pertencem a um tempo longínquo, distinto dos dias atuais; mas que servem de reflexão para aqueles que abrem a cabeça e o coração.
A respeito desse livro, veja o que disseram por e-mail:
“História interessante, de fácil compreensão”.
“Prezado Ronaldo,
simpático livro covê nos mandou. Essa questão da memória e das cidades é de fundamental importância para o mosaico que compõe a história do país e das comunidades. O indivíduo como protagonista das narrativas locais e da história, e esse resgate você fez bem. Parabéns”!
José Maria Rodrigues, editor – Taba Cultural Editora
Bom Dia!
Mesmo não tendo, ainda, terminado a leitura de A Menina das Queimadas (só faltam os 02 últimos capítulos!), que trata das Memórias de Dona Zélia, sua “sogra mãe”, já posso adiantar que estou me deleitando bastante com a leitura do mesmo: de fácil leitura, não cansativo, e cada capítulo nos arremete à leitura do próximo!
Parece até que estou revivendo os meus tempos da década de 40, em Porto Grande – SE, onde nasci, quanto ao linguajar, aos costumes, à rigidez dos pais (principalmente relativa à honestidade – devolução dos achados a seus respectivos donos), etc. ...
Parabéns!
Orlando Santana da Cruz, leitor, Guarujá - São Paulo
O livro custa R$ 20,00 + frete e pode ser adquirido no site da Livraria Asabeça ou diretamente com o autor neste endereço: ronperlim@bol.com.br.
MULHERES MALANDRAS DAS NOITES
Sou vítima também como tantos,
Que sofre na vida a traição do amor;
De falsas mulheres bandidas
Que não sentem por nós um pingo de dor.
São mulheres malandras das noites,
Que nem sequer pensam em viver;
Tão pouco preverem o futuro da vida
Preferem no mundo sofrer.
Ficam vagando nas ruas,
Trocando de parceiros a todo instante;
Nada pensam no que lhe possa acontecer
O amor para elas são mais importante.
São eternas mariposas que vedem,
O teu ser por qualquer nota de vintém;
Coitadas, não sabe o castigo que levam
Quando chegarem as terras do além.
Pessoal, acessem meu blog, sou graduando em letras/português pela UFAL e aqui desejei divulgar meu trabalho, espero que gostem: http://atuacaolirica.blogspot.com.br/
BOA NOITE AMIGOS E SEGUIDORES...
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PASSANDO HUMILDEMENTE PARA TE CONVIDAR, ACESSE O BLOG E SE GOSTAR PARTICIPA DELE, AH! NÃO ESQUEÇA DE VOTAR... CLIQUE EM 1 DOS SELOS DOURADOS, VAI APARECER O MEU BLOG E VC PODE VOTAR POR EMAIL, TWITTER E FACEBOOK, DESDE TE AGRADEÇO:
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PORQUE ALAGOAS TAMBÉM SABE PRODUZIR CULTURA.E DAS BOAS. Página do Facebook sobre Graciliano Ramos. Entrem, curtam!
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A Livraria Tenda Cultural esteve presente no 1º Encontro de Escritores Alagoanos ocorrido no dia 25 de julho na cidade de Pilar - AL. O evento foi uma iniciativa conjunta da escritora Cida Lima e do escritor e Secretário de Cultura de Pilar, Sérgio Moraes. O evento foi o primeiro passo para que os escritores alagoanos criem laços, ajudem-se mutuamente e encontrem caminhos para o fortalecimento da Literatura Alagona. Durante o evento vários temas foram levantados em relação ao mercado editorial e os escritores puderam trocar experiências. A Tenda Cultural se colocou à disposição dos escritores para comercializar suas obras tendo em vista a livraria dispor de espaço especial para divulgação da literatura local.
A Tenda Cultural trará muitas novidades para o ano de 2013 como a participação em feiras e bienais do livro. Escritores interessados em lançar livros e divulgar as suas obras poderão fazê-lo conosco. Brevemente teremos maiores detalhes.
Escritores que quiserem entrar em contato para dispor de suas obras em nossa livraria devem entrar em contato através do e-mail tendacultural@ymail.com, ou através do telefone (82) 3421 3687.
Acessem meu blog "Atuação Lírica", e dê sua opinião sobre os textos: http://atuacaolirica.blogspot.com.br/ 
O ESTILO É A ALMA DO ESCRITOR
O estilo de cada um é sua verdadeira impressão digital, é a sua marca, ou mais ainda, é a própria alma de quem escreve, seja lá qual for a espécie de escrita. Tanto faz se é uma simples carta, um bilhete informal, uma monografia científica ou uma obra literária, desde uma simples crônica a um romance épico. Não importa. Ao escrever seu trabalho, o autor deixa estampado, indelevelmente, sua personalidade, aflorando suas angústias, perspectivas, medo, crítica social, senso de humor, grau de solidariedade, nível de conhecimento, calor humano, etc. Lógico que, dependendo da natureza do escrito, sobressai-se mais evidente uma ou outra característica, mas, no mínimo, pelo menos uma delas estará presente no trabalho.
Ao escrever, o autor empresta à obra o que há de mais profundo em seu íntimo, chegando a escrever coisas que nem sabia que era capaz. Isso explica nossa riqueza interior e só depende de nós sua exploração. Não podemos esquecer que todos os conhecimentos, vivências, experiências, traumas, e tudo o mais que suportamos dia a dia, desde a palmada que recebemos ao nascer até a angústia às vezes causadas no ato de escrever, vêm à tona nesse momento mágico, onde expomos a força interior do nosso trabalho. Reparem que não é incomum a falta de assunto antes de iniciarmos um escrito. Eu, por exemplo, às vezes penso bastante antes de escrever alguma coisa e quando já estou perto de desistir, de ímpeto, começo a rabiscar algo e esse algo vai fluindo, aumentando e bum, o texto está pronto. Certo que não sai nenhum tesouro literário, afinal, não sou Graciliano, Drumond, Vinícius, Machado ou outro ícone da literatura, mas, pelo menos para mim, que escrevo sem qualquer pretensão, fico feliz com o resultado. E é aí, talvez, quando escrevemos por impulso, impelidos pela natural necessidade de desabafar que nos mostramos mais acentuadamente, nos despindo da vergonha, timidez e temores que nos assolam, tão natural na frágil espécie humana.
É justamente a conjugação de tudo isso, de todas essas experiências e características, que edifica o estilo literário de cada um. Não adianta fugir do seu estilo e tentar imitar outro autor, pois seu texto soará falso, frágil, inconsistente e sem personalidade e o pior, mesmo que agrade a alguns, jamais agradará quem escreveu, porque ele sabe que falta ali a essência do texto: sua alma.
Esclareço que estilo não se confunde com técnica, configurando-se, ambas, coisas completamente diferentes. A técnica pode ser modificada, revista, pode tornar-se mais apurada, mais refinada, aliás, a evolução da técnica é até recomendável, ou melhor, é necessária mesmo e está diretamente interligada ao crescimento do autor. A técnica é exterior e demonstra o nível intelectual do escritor, sua escola literária, sua capacidade de síntese e argumentação, enfim, a soma das capacidades técnicas forma os métodos empregados pelo autor em seus escritos. Já o estilo é de alcance infinitamente maior, posto que, além de contar em sua formação com as técnicas assimiladas pelo autor, trazem em seu bojo uma herança única, a individualidade de cada um e é isto que faz a diferença. Dois autores podem ter até técnicas iguais, contudo, jamais terão estilos idênticos.
O que afirmo não é difícil de comprovar. Quem escreveria Romeu e Julieta com estilo idêntico ao de seu autor? Impossível. Nenhum outro escritor descreveria uma tragédia, com todos os requintes de infortúnio e, ao mesmo tempo, impermeabilizá-la com a couraça instransponível de um amor tão intenso, que fizesse essa tragédia ser lembrada mais como obra romântica. Só mesmo Shakespeare, ninguém mais. Cito, também, Garota de Ipanema, uma obra prima da música brasileira (e mundial), escrita por Vinícius de Moraes, sob a musicalidade de Tom Jobim. Quem no mundo, além do Poetinha (apelido carinhoso de Vinícius), relataria o balanço de uma moça na praia, de forma tão sublime e poética? Tenho certeza que nenhum outro faria igual. Que dizer, então, de Machado de Assis. Qual outro autor poria tanta dúvida nos leitores, quanto à honestidade de uma personagem, com a sutileza machadiana. Afinal, Capitu traiu ou não traiu? Ninguém sabe e isso devido não a uma simples técnica, mas ao refinado estilo de Machado.
O estilo, como visto, é a pedra de toque do escritor e é mais que escola literária, mais que técnica, mais que metodologia. O estilo vai mais longe, mais profundo. O estilo é a alma do autor transportada para o seu texto.
CIRO MACHADO
PEQUENOS CASOS DE TRAIPU
A CAMINHONETE
O cara era trabalhador, vendia feijão na feira, tinha família grande, viva folgado, pois era também bom negociante. Chegavam chamar o Cara do feijão, uma espécie de rei daquele cereal. Comprava as safras dos lavradores, na época da safra, de preço baixo, revendia aos pequenos comerciantes. Também tinha sua banca de feijão, na feira.Ganhou muito dinheiro,comprou fazenda.Mudou de casa,mudou de amigos,freqüentando agora altas rodas .Pessoas de uma condição financeira melhor,eram seus amigos de papo.Passou a fazer farras,pagar cerveja para os policiais,pois podia gritar,falar alto,e tudo certo,farreando com fazendeiros,funcionários público.Estava em outro nível,freqüentava AABB,Club Margaret.Quando já cheio de cerveja ,se auto titulava de rico.Tinha que comprar um carro,se comparar aos demais do seu circulo.Não andava mais a pé .Comprou uma Caminhonete,dessas gastadeiras.Consumia um litro de gasolina,por cada quatro quilometro.Era rico,podia.Fazia empréstimo bancário.Os bolsos cheios de dinheiro,exibia sem temor.Nadava na grana.Para os antigos amigos,pagava cachaça,nas bodegas,mas longe de onde bebia.Só se misturava com ricos.Aquele fulano do feijão só tinha o nome antigo, agora.Não vendia mais aquele produto,tinha vergonha.O tempo passou,o dinheiro acabou,a divida chegou,e o carro comeu o pouco que sobrou.Vendeu terreno,vendeu casa boa,mas o carro,mesmo já gasto,não ia vender.O orgulho ainda era grande. Depois de pouco tempo,já sem dinheiro ,para consertar aquela lata veia,que a essas alturas,já não valia mais nada,abriu o capuz,levantou a vareta, que segura a tampa.Pareceu uma grande boca aberta.Foi assim que viu quando sentou no barranco de lado.Pensou olhando para ela.Não se conteve e disse em voz alta:-agora,bobônica da peste,carro miserave, me engula. é só que me falta.Tempos depois se entregou a cachaça ,morrendo bêbado.Toda riqueza sem humildade,é a ruína do ser humano.
Ser escritor não é coisa que se aprende nas grandes universidades.
Não se cursa para adquirir diplomas, nem tampouco não é algo que nos dá recursos.
Ser escritor é um dom nato, dado pelo Criador, no qual já viemos com ele desde que somos concebidos.
O escritor é aquele que vive mais a sua vida interna do que a externa, e a vivencia através das suas palavras escritas.
Através de suas palavras dedilhadas em um micro, em uma velha máquina de escrever, ou simplesmente em uma caneta, ele tem a capacidade de transmitir para o papel toda a dimensão do seu ser.
O escritor é capaz de ser autor de belas histórias: Romances, Dramas, poesias, contos e versos. E em meio a tantas escritas, o escritor acaba sendo autor da sua própria história de vida, escrevendo-a de acordo como ele a desejaria.
Eu não me considero uma habilidosa escritora; sei que tenho muito que aprender deste mundo encantador da arte da escrita.
Só sei escrever o que sinto e o que creio; e, tal qual o Salmista Davi:
“O meu coração [também] ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei. A minha língua é a pena de um destro escritor”.
Salmos 45:1
25 de Julho, dia do escritor.
PARABÉNS A TODOS OS ESCRITORES DO MEU PAÍS.
Rosângela Rodrigues.
Ah! Eu vou ler nada! Esse texto é muito longo...não sabe que você pode se (re)encontrar nesses 5 minutos de leitura...
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Você não sabe de um segundo à frente do instante em que você lê isso, portanto, seja uma pessoa boa, paciente, tolerante... assim, de um modo ou de outro, o futuro se lhe aparecerá sempre sorridente. |